Os modelos de montagem rápida têm-se vindo a popularizar entre os praticantes de jogos de guerra, com a sua qualidade a melhorar substancialmente, conferindo-lhes uma aparência que, à primeira vista, os aproxima muito de "kits" mais convencionais, cuja montagem implica um trabalho mais moroso e complexo.
Na maior parte dos casos, e no caso concreto dos carros de combate, a simplificação consiste na moldagem numa única peça de rodados e lagartas, do que pode resultar, facilmente, a redução de 20 a 30 peças para apenas duas, muito mais sólidas mas, naturalmente, como os problemas inerentes a esta solução, reduzindo o número de detalhes e sobrepondo rodados.
Este será, no essencial, o preço a pagar quando se opta por modelos deste tipo, tendo como contrapartida, para além da rapidez de montagem, uma maior resistência e a possibilidade de serem adquiridos por valores francamente inferiores, que podem ficar abaixo dos 5 Euros, incluindo portes a partir da Ásia.
O modelo do Tiger I, um dos mais famosos carros de combate de sempre, que obtivemos, é composto por uma trintena de peças, bem moldadas em plástico rígido, das quais duas correspondem aos conjuntos de lagarta e rodados, sendo as restantes com configurações semelhantes aquelas que se pode esperar num "kit" convencional.
Este modelo, inclui, ainda, uma folha de decalques, que permite decorar um par de modelos, compondo os números tácticos, caso assim se pretenda, e adicionar insígnias de quatro divisões famosas, bem como uma folha de instruções, onde os passos de montagem são claros, mas que não inclui o nome do fabricante, o que não deixa de ser curioso, nem é incluído nenhum esquema de pintura, presumindo-se que o modelista o encontrará na Internet.
Também não deixa de ser algo estranho o modelo vir dentro de um simples saco de plástico transparente, devidamente selado, mas igualmente sem nenhuma identificação, o que indicia tratar-se de uma cópia não autorizada, algo que, infelizmente, parece ser cada vez mais comum no mundo do modelismo.



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